terça-feira, 29 de dezembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
PEnsar
Pensar é conhecer, o seja, é recolher dados acerca de algo, o que não deixa de poder ser encarado como um acto de avaliação, e aqui convém dizer que só conhecemos algo de novo, integrando-o no conjunto dos conhecimentos já adquiridos, o que remete para uma necessária ponderação dos elementos novos e da sua compatibilidade com os já adquiridos.
Pensar é, também, julgar
, ou seja, é comparar objectos (conceitos), de forma a que possamos distinguir e relacionar, de uma forma pertinente, os elementos da nossa realidade, interna e externa.
Pensar é, igualmente, raciocinar, é, a partir da análise do que conhecemos, sermos capazes de descobrir novas relações entre os objectos do nosso conhecimento, ou novas qualidades do real, que não poderiam ser simplesmente conhecidas através da experiência sensível.
Vamos centrar-nos nestes três tópicos, o conhecer, o julgar e o raciocinar, se bem que o pensamento abarque um vastíssimo leque de actividades mentais e de operações lógicas.
Em primeiro lugar veremos que o pensamento obedece a regras formais, os princípios lógicos da razão, que são o fundamento da sua consistência. Depois veremos quais os elementos constitutivos do pensamento, bem como as actividades racionais que lhe servem de suporte. E, por fim, veremos que o pensamento, para ser verdadeiro, tem que ser válido e analisaremos, de forma sucinta, os fundamentos da sua validade.
Os Princípios Lógicos da Razão
1) Princípio da Identidade: A=A.
Cada objecto é igual a si próprio; Cada proposição é equivalente a si mesma.
2) Princípio da não-contradição: uma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo, de acordo com a mesma perspectiva; Uma proposição não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo, de acordo com a mesma perspectiva.
3) Princípio do Terceiro Excluído: um indivíduo ou é ou não é, não há uma terceira hipótese; Uma proposição ou é verdadeira, ou é falsa, não há uma terceira possibilidade.
Solidariedade dos três princípios:
Estes três princípios podem ser considerados como três formulações de uma mesma lei geral do pensamento: os nossos pensamentos não devem conter contradições. As contradições são a base dos nossos erros lógicos.
A forma como os princípios estão formulados permite-nos identificar de uma forma mais fácil as inconsistências dos nossos pensamentos.
Elementos constitutivos do pensamento
Conceito - Os conceitos (ideias) são representações mentais da realidade.
A nossa razão, a partir da experiência, representa a realidade, através da abstracção: com base no conhecimento dos objectos, das suas características materiais, a razão reúne essas características numa representação mental que lhe permite, quer a referência à realidade, quer a aquisição de conhecimentos de um grau superior que, por sua vez, são a base de todos os actos complexos do pensamento. 
Por exemplo, a partir do conhecimento das características materiais das mesas concretas, a nossa razão formula o conceito de mesa, que reúne as características comuns (essenciais) aos objectos que fazem parte do conjunto das mesas, permitindo-nos, assim, pensar acerca das propriedades das mesas, sem que estas estejam (ou tenham que estar) presentes na nossa experiência actual. Por isso, ao ouvirmos a palavra mesa associamos-lhe como significado o conceito de mesa previamente formulado. O mesmo se passa com os restantes conceitos adquiridos por abstracção.
Juízo - (À expressão lógica de um juízo chamamos proposição). Os juízos são actos do pensamento que consistem na relação de conceitos: a um conceito-base, a que chamamos sujeito (do juízo), atribuímos uma característica (ou um conjunto de características), a que chamamos predicado. Esta atribuição é feita através de um elemento de ligação a que chamamos cópula. Assim, os juízos têm a seguinte estrutura formal.
Raciocínio - (À expressão lógica de um raciocínio chamamos argumento). Os raciocínios são relações entre juízos. pelo que podemos considerar que o raciocínio é uma operação racional que consiste na obtenção de um conhecimento novo (conclusão), a partir de conhecimentos previamente adquiridos (premissas), que não poderiam ser alcançados de outra forma com o mesmo grau de consistência.
Podemos dizer que, basicamente, adquirimos conhecimentos efectivos acerca da realidade a partir de duas vias: a experiência e a razão.
Os conhecimentos adquiridos pela experiência são particulares, pelo que nos dão informações precisas, mas insuficientes, acerca da estrutura da realidade. É que a realidade não é constituída apenas por objectos concretos, mas também por processos que não são imediatamente acessíveis através da experiência sensível. Por este motivo, os nossos conhecimentos podem, se exclusivamente baseados na experiência sensível, revelar-se ilusórios (aparentes) se não forem sujeitos, no mínimo a uma clarificação racional.
A razão permite-nos ir além dos dados imediatos da experiência sensível, de forma a descobrirmos as causas dos fenómenos que observamos (causas essas que não são identificáveis directamente), bem como as leis que regem os processos constitutivos da realidade. É deste modo que surge a ciência, como saber racional que visa explicar o funcionamento da realidade.
Para concluir, podemos afirmar que todos os actos do pensamento obedecem aos princípios lógicos da razão.
A validade formal e a validade material (verdade)
Os princípios lógicos da razão dizem-nos como pensar e não o que pensar. Eles referem-se à estrutura formal do pensamento e não ao seu conteúdo, a que podemos chamar a matéria do pensamento.
Assim, quer pensemos acerca de faquires, borboletas, idas ao cinema, ou qualquer outra coisa, por mais mirabolante que seja, temos que pensar de forma consistente, temos que seguir os princípios lógicos da razão, ou seja, o nosso pensamento tem que estar bem estruturado. Isto, como é óbvio, independentemente do conteúdo do pensamento.
Dizer que o João é bom e mau aluno, sem mais, é um pensamento inválido, porque viola o princípio da não-contradição; o mesmo acontece se dissermos que "agora é de dia e de noite", ou "os xptos são extraterrestres e terrestres.
Ora, chamamos validade formal à consistência dos nossos pensamentos, eles são válidos se estiverem bem construídos, de acordo com os princípios lógicos da razão, caso contrário são inválidos em termos formais.
Para além da sua estrutura formal os nossos pensamentos têm um conteúdo, têm uma matéria. Se o conteúdo do nosso pensamento for incongruente com os dados da experiência sensível (da realidade), então o nosso pensamento é inválido em termos materiais, ou seja, é falso (mesmo que seja formalmente válido).
Sendo assim, podemos dizer que o nosso pensamento é verdadeiro quando está adequado à realidade. A verdade (validade material) pode ser definida como a adequação do pensamento à realidade.
Mas, para poder ser verdadeiro, para estar adequado à realidade, o pensamento tem que ser válido em termos formais, tem que estar bem estruturado. Assim: os pensamentos só podem ser verdadeiros se forem válidos em termos formais e, também, se estiverem adequados à realidade. Daqui se depreende que um pensamento inválido em termos formais não pode ser verdadeiro.
Não precisa de titulo XD
Eles foram vistos caminhando de noite para o amor – oh, a mulher amada é como a fonte!
A mulher amada é como o pensamento do filósofo sofrendo
A mulher amada é como o lago dormindo no cerro perdido
Mas quem é essa misteriosa que é como um círio crepitando no peito?
Essa que tem olhos, lábios e dedos dentro da forma inexistente?
Pelo trigo a nascer nas campinas de sol a terra amorosa elevou a face pálida dos lírios
E os lavradores foram se mudando em príncipes de mãos finas e rostos transfigurados...
Oh, a mulher amada é como a onda sozinha correndo distante das praias
Pousada no fundo estará a estrela, e mais além.
(Vinicius de Moraes)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
MÚSICA: BLACK MAGIC WOMAN
Black Magic Woman foi uma música que fez um tremendo sucesso mundial nos anos 70 . Seu compositor foi o músico e poeta Peter Alan Green , mas esta melodia chegou a ser gravada pelas bandas : Santana e Santa Esmeralda . Esta canção , também , foi tema de uma personagem de novela , que era muito sedutora e tinha ligações com a magia .
O poeta Peter Alan Green sempre foi ligado ao misticismo , ele até chegou a freqüentar um terreiro de umbanda .
Quem já escutou esta melodia , com certeza , já reparou nos sedutores batuques de vodu , que tocam , lentamente ao fundo .
Alguns esotéricos falam que a música Black Magic Woman foi composta num terreiro de umbanda , após o compositor ter tido uma conversa com a entidade denominada pomba – gira .
Esta parte fica clara neste seguinte trecho da música : “ Ela é a magia negra feminina , que liberta o demônio que há dentro de mim . “
A letra completa é esta :
Got a black magic woman
Got a black magic woman.
I got a black magic woman
Got me so blind I can't see
That she's a black magic woman
She's tryin' to make a devil out of me.
Turn your back on me baby
Turn your back on me baby.
Yes, don't turn your back on me baby
Stop messin' around with your tricks
Don't turn your back on me baby
You just might pick up my magic sticks.
Got your spell on me baby
Got your spell on me baby.
Yes you got your spell on me baby
Turning my heart into stone
I need you so bad - magic woman
I can't leave you alone. "
Comentários :
Nesta parte : Got a black magic woman Got a black magic woman = o poeta implora por uma magia negra feminina , o que a entidade denominada Pomba – Gira exerce
. Got me so blind I can't see = aqui , o poeta afirma estar cego pela magia , ou seja , possuído .
That she's a black magic woman She's tryin' to make a devil out of me = aqui , ela tenta libertar o demônio que existe dentro do poeta e ele tem consciência disto .
Stop messin' around with your tricks = aqui , ele sabe que a magia negra tem seus truques , mas não consegue se libertar .
Conclusão = Se observamos as letras das músicas dos anos 60 e 70 são as que mais possuem mensagens subliminares e satânicas . Basta , fazermos uma pesquisa .
Agora , esta música , apesar de ter uma melodia belíssima , tem uma mensagem diabólica escancarada demais .
Enviado por: Luciana do Rocio Mallon
Contato: poesiaedor@yahoo.com.br
HOTEL CALIFÓRNIA
Desculpem não fazer a correcção do português, visto manter assim a sua forma original.
Semana passada , tive um sonho estranho : sonhei que havia chegado a uma cidadezinha do interior do Paraná e que entrei num hotel .
Lá uma mulher estranha me recebeu .
Sua aparência era mórbida , pois ela tinha 2 metros de altura , seus olhos eram fundos e sua pele era muito branca .
Primeiramente , ela me falou que eu iria trabalhar na limpeza e na recepção do hotel . Mas , eu falei que não gostaria de trabalhar numa cidade do interior . Então , olhei para as portas de entrada , me aproximando para sair . Mas , elas se fecharam sozinhas .
Então , a mulher me falou :
- Deste hotel , você nunca mais sairá .
Assim , ela começou a me explicar sobre o funcionamento do hotel , como eu deveria agir com os hóspedes e como eu faria a limpeza do estabelecimento .
Acordei cansada e algumas horas depois entrei em sites , cujo o tema era : sonho e resolvi tirar algumas dúvidas .
Em um destes sites , o moderador , mandou eu ler a tradução da música Hotel Califórnia , cuja a letra é a seguinte :
Letra Traduzida
Artista: The Eagles
Música: Hotel California
Em uma rodovia escura no deserto
Um vento frio em meu cabelo
Um cheiro quente de "colitas"
Subindo pelo ar
Lá na frente um pouco distante
Eu vi uma luz tremula
Minha cabeça ficou pesada
E minha visão encurtou
Eu tinha que parar para passar a noite
Lá estava ela na entrada
Eu ouvi o sino da missão
E eu estava pensando comigo mesmo
Isto pode ser o Paraíso ou o inferno
Então ela acendeu uma vela
E me mostrou o caminho
Haviam vozes pelo corredor
Eu pensei tê-las escutado dizer
Bem vindo ao Hotel California
Um lugar tão bonito ( Um lugar tão bonito )
Um rosto tão lindo
Havia bastante espaço no Hotel California
Ha qualquer época do ano ( Qualquer época do ano)
Você pode encontrar aqui
A mente dela era desvairada
Ela entrou no Mercedes Benz
Ela pegou um monte de rapazes bonitos
Que ela chama de amigos
Como eles dançam na varanda
Doce suor do verão
Alguns dançam para lembrar
Outros dançam para esquecer
Então chamei o capitão
Por favor traga meu vinho
Ele disse, "Não temos esta bebida aqui
Desde 1969
E aquelas vozes ainda
Estão chamando na distancia
Te acordam no meio da noite
Só para ouvir eles dizerem
Bem vindo ao Hotel California
Um lugar tão bonito ( Um lugar tão bonito )
Um rosto tão lindo
Eles estão vivendo tudo no Hotel California
Que surpresa agradável ( Que surpresa agradável )
Tragam seus alibis
Espelhos no teto
A champagne no gelo
E ela disse, "Todos somos apenas prisioneiros aqui
De nosso próprio brinquedo."
E nos aposentos do mestre
Eles reunem-se para a festa
Eles apunhalam com suas facas de aço
Mas não conseguem matar a besta
Noite passada eu lembro
Eu estava correndo até a porta
Eu tinha que encontrar a passagem de volta
Para o lugar de onde eu estava antes
"Relaxe" disse o homem da noite
Nós somos programados para receber
Você pode pedir a conta na hora que quiser
Mas jamais poderá sair
A tradução não tinha nada a ver com o meu sonho , apenas a última parte : “Mas , jamais poderá sair ... “
Depois me falaram que esta música é satanista , que Hotel California era onde se reunia uma seita e a que a Tyffani da música era o demônio Tifón .
Após este sonho , três dias se passaram , eu estava no consultório odontológico , e, de repente comecei escutar esta música .
Será que há uma mensagem estranha nela ?
Alguém pode me ajudar ?
Enviado por: Luciana do Rocio Mallon
Contato: fadapoesia@ig.com.br
O MONSTRO DO LAGO LOCH NESS
Dizem que este lago fica grudado com o castelo que pertenceu ao famoso bruxo Aleister Crowler , mais conhecido como o pai do satanismo moderno .
Alguns esotéricos afirmam que este feiticeiro matou muitas pessoas em seus rituais e muitas delas foram jogadas neste lago .
Muitos anos depois , um roqueiro da banda Led Zepellin , comprou o castelo deste famoso bruxo . Lá , alguns empregados do músico morreram misteriosamente . Dizem que alguns sumiram quando foram nadar no lago .
No final dos anos setenta , algumas pessoas que passavam de noite em frente ao lago , afirmaram terem visto uma criatura estranha dentro dele , que seria um monstro com o formato de um dinossauro .
Até o final dos anos oitenta várias pessoas viram o estranho animal , mas nada foi provado sobre a sua existência .
Alguns místicos falaram que este monstro não é material , e , sim uma carga de misturas de energias negativas que se unem e tomam o formato de um monstro , capaz de aparecer para pessoas com maiores níveis de sensibilidade .
E tu, leitor , acreditas na lenda do monstro do Lago Loch Ness ?
BLOODY MARY

Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás por praticar as artes negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa garota que, após um terrível acidente de carro, teve seu rosto completamente desfigurado. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam a aparência.
Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o cognome "Maria, a Sanguinária" (Bloody Mary). Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um fato não confirmado em sua biografia.
No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nos banheiros sem janelas (pouca iluminação). Há um caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar a "mórbida brincadeira", levou um tompo (é o que os familiares dizem), quebrou a bacia e foi encontrada em estado de coma. A jovem ainda vive nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto.
Por que ainda hoje as crianças racionais continuam a chamar pela Bloody Mary, arriscando a vida diante de uma possível tragédia?
O escritor Gail de Vos traz uma explicação: "As crianças com idade entre 9 e 12 anos vivem numa fase que os psicólogos chamam de síndrome de Robinson. Este é o período em que as crianças precisam satisfazer seus desejos por aventura, arriscando-se em rituais, jogos e em brincadeiras no escuro. Eles estão constantemente procurando um modo seguro de extrair prazer e desafiar seus medos."
È possível que essas crenças em bruxas do espelho tenham a sua origem nos velhos tempos, através das simpatias envolvendo jovens solteiras e futuros maridos. Há muitas variações desses rituais em que as jovens solteiras cantavam rimas diante dos espelhos e olhavam de súbito pois seria possível ver o semblante do homem com quem vão casar.
Já o conceito de espelhos como o portal entre o mundo da realidade e o sobrenatural também veio de épocas remotas. Antigamente, era comum cobrir os espelhos de uma casa em que uma morte tenha acontecido até o corpo ser levado para o enterro. Dizem que se por relance o corpo passar diante de algum espelho, o morto permaneceria na casa, pois o espelho pegaria o espírito dele.
Filmes: Na produção de 1992 chamada Candyman, um espírito vingativo surge após seu nome ser chamado 5 vezes diante de um espelho. Já no filme Lenda Urbana, dois jovens brincam diante de um espelho e chamam pela Bloody Mary, mas ela não aparece.
